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Limites da v1

A primeira versão da rede privada cobre a VPN site-to-site com destinos declarados e endpoints privados. Os pontos abaixo são limites conhecidos.

Rede​

  • Sem rotas de CIDR inteiro nem BGP. Da plataforma para a empresa, só os destinos remotos cadastrados (host:porta) são alcançáveis. Rotear uma rede inteira e anunciar rotas por BGP ficam para uma versão futura.
  • Protocolos com portas dinâmicas (FTP ativo, SIP e semelhantes) não funcionam por destino remoto, porque cada destino publica uma porta fixa.
  • Só IPsec IKEv2 site-to-site com PSK no portal. IKEv1 apenas com a opção de criptografia legada. VPN ponto-a-site (usuário remoto), WireGuard e peering de rede virtual não fazem parte da v1.
  • Alta disponibilidade ativo-passiva: nos SKUs vpn-m e vpn-l os dois túneis vão para o mesmo IP público e o failover depende do DPD (cerca de 30 s). Ativo-ativo com dois IPs fica para uma versão futura. O vpn-s não tem alta disponibilidade: manutenções causam uma queda curta.
  • Gateway regional: um gateway só cobre ambientes da sua região.

Endpoints privados​

  • Só para recursos dos seus ambientes (aplicações, bancos, caches, filas, busca e buckets). O portal, a API e o console da plataforma não têm endpoint privado.
  • O modo HttpEdge é para aplicações HTTP; os demais recursos usam L4.
  • Os endereços vêm da faixa de trânsito do gateway, a partir do .10.

Faixa de trânsito​

  • De /24 a /27. Não pode colidir com as redes dos seus sites nem com as faixas internas da plataforma.
  • A faixa é escolhida na criação do gateway e não muda depois.

Quantidades​

Número de gateways, conexões por gateway, endpoints privados, destinos remotos e SKUs disponíveis dependem do plano. Veja Planos e limites.

Fora do escopo​

  • Gateway VPN gerenciado do provedor de nuvem (Azure VPN Gateway), Private Link Service, AWS PrivateLink e GCP Private Service Connect.
  • Captura de pacotes no gateway.